CONNECTTEF – INTEGRAÇÃO VIA API LOCAL SMART POS (INTRODUÇÃO).

Resumo do que será ensinado

Neste documento você vai aprender, em linguagem simples, o que é a API ConnectTEF Local Smart POS, como funciona o fluxo de execução das operações TEF (criar e consultar operação) e quais são os requisitos básicos de integração para que um sistema Desktop ou automação comercial se comunique corretamente com o terminal Smart POS de forma local. 

Introdução | Conecte seu sistema a múltiplas adquirentes com facilidade

Segue um Vídeo explicativo do processo

Detalhamento do uso correto

Com este guia, você deve ser capaz de explicar a integração Local Smart POS para novos desenvolvedores, mostrar o fluxo padrão de criação e consulta de operações e orientar sobre como o sistema deve tratar o campo executada até a conclusão da operação. Este material serve como base para a equipe técnica entender o comportamento da API antes de implementar pagamentos, estornos ou outras operações TEF.

Segue o detalhamento de como funciona a Introdução da API Local Smart POS

  1. O que é a API ConnectTEF Local Smart POS

    • A API ConnectTEF Local Smart POS permite que automações comerciais (principalmente sistemas Desktop) integrem-se ao ConnectTEF de forma local, usando chamadas HTTP diretamente para o Smart POS
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    • Em vez de depender apenas de APIs em nuvem, o sistema conversa com o terminal de pagamento instalado no ambiente do cliente, mantendo controle direto sobre o fluxo das operações TEF (transações eletrônicas de fundo). 
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    Ponto importante

    • Este modelo é ideal para sistemas que rodam na mesma rede/local do POS e que precisam de controle fino sobre criação, acompanhamento e conclusão das operações de pagamento. 
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  2. Visão geral da documentação

    • A página de introdução da integração via API Local POS apresenta: 
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      • Conceito da API Local Smart POS.
      • Explicação do fluxo de chamadas (criar e consultar operação).
      • Requisitos para integrar de forma adequada (entender campo executada, trabalhar com polling).
    • Nos tópicos seguintes da documentação, o desenvolvedor encontra: 
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      • Criar operação: como enviar uma nova operação TEF ao POS.
      • Consultar operação: como acompanhar o status até a conclusão.

    Ponto importante

    • Esta introdução não entra em todos os detalhes de campos, mas define o modelo mental do fluxo, que é essencial para qualquer implementação posterior. 
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  3. Fluxo de execução das operações TEF

    O fluxo padrão de execução apresentado na documentação é o seguinte: 

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    1. Seu sistema cria uma operação usando
      • HTTP POST em /api/v1/operacao.
      • Nesta chamada, você informa os dados da operação (por exemplo, valor, tipo de transação, etc., conforme especificado no tópico “Criar operação”).
    2. A API retorna a operação criada com um status inicial
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      • Entre os campos retornados há o indicador executada.
    3. Se executada = false:
      • Seu sistema deve realizar buscas periódicas (polling) com
      • HTTP GET em /api/v1/operacao.
      • O objetivo é verificar o estado da operação até que executada = true
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    4. Quando a operação estiver concluída (executada = true):
      • A resposta da consulta passa a conter os dados finais, já com o status atualizado (aprovada, rejeitada, cancelada, etc.). 
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    Pontos de atenção

    • O campo executada indica se a operação foi finalizada; enquanto ele estiver false, os dados da operação não estão completos
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    • Apenas quando executada = true é que o sistema deve considerar os dados como definitivos para registrar o resultado da transação. 
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  4. Entendendo o campo executada

    • executada é um campo booleano retornado pela API em cada consulta da operação TEF. 
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    • Significados:
      • executada = false:
      • A operação ainda está em andamento ou aguardando conclusão no POS.
      • Você não deve considerar o status atual como final.
      • executada = true:
      • A operação foi concluída.
      • Os demais campos da resposta já representam o resultado final (aprovado, rejeitado, etc.). 
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    Ponto importante

    • A documentação destaca que somente após executada ser true os dados da operação estarão completos, reforçando que o polling é parte obrigatória do fluxo. 
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  5. Responsabilidade do seu sistema no fluxo Local POS

    • Seu sistema é responsável por: 
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      • Criar a operação (HTTP POST /api/v1/operacao).
      • Guardar o identificador da operação retornado pela API.
      • Realizar consultas periódicas (HTTP GET /api/v1/operacao) até que executada = true.
      • Interpretar o status final e outros dados para decidir se a venda foi aprovada, rejeitada ou necessita tratamento especial.
    • Isso significa que você deve implementar uma rotina de polling no seu aplicativo, seja por timer, loop assíncrono ou mecanismo equivalente. 
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    Pontos de atenção

    • Evite consultas em intervalo muito curto para não sobrecarregar o terminal ou a rede; defina uma frequência razoável de polling (por exemplo, a cada alguns segundos, conforme boas práticas internas).
  6. Diferença entre “criar operação” e “consultar operação”

    • Criar operação (POST /api/v1/operacao)

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      • Etapa em que você inicia uma transação.
      • Envia dados da venda, tipo de operação etc.
      • Recebe um objeto de operação, com executada inicialmente false (na maioria dos casos).
    • Consultar operação (GET /api/v1/operacao)

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      • Etapa de acompanhamento.
      • Você usa o identificador da operação para buscar seu estado atual.
      • Repete essa consulta até que executada = true.
      • Quando finalizada, a resposta contém os dados completos da transação.

    Ponto importante

    • A introdução organiza essa visão para que o desenvolvedor não espere o resultado final na própria chamada de criação; o comportamento correto é criar e depois consultar até conclusão. 
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  7. Impacto prático para sistemas Desktop e automações comerciais

    • Com a API Local Smart POS, um sistema Desktop pode: 
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      • Manter a lógica de vendas no próprio sistema (ERP/PDV).
      • Enviar operações TEF ao POS local via HTTP.
      • Acompanhar a operação com polling até que o cliente conclua o pagamento no terminal.
      • Atualizar o status da venda, impressão de comprovante, emissão de documentos fiscais, etc., apenas quando o resultado final estiver disponível (executada = true).

    Ponto importante

    • Esse modelo garante controle local e ao mesmo tempo aproveita a infraestrutura do ConnectTEF, sem depender exclusivamente de chamadas em nuvem para cada etapa da transação. 
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  8. Como usar esta Introdução na sua base de conhecimento interna

    • Utilize este texto para: 
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      • Treinar novos desenvolvedores sobre o conceito da integração Local POS.
      • Explicar a diferença entre criar e consultar operação.
      • Deixar claro que o campo executada é o gatilho para considerar uma operação concluída.
    • Depois de entender esta introdução, a equipe deve avançar para os tópicos da documentação técnica: 
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      • Criar operação: detalhes de campos e exemplos de requisição.
      • Consultar operação: parâmetros de consulta e interpretação de resposta.

    Pontos de atenção

    • Garanta que todos os envolvidos (desenvolvimento, suporte técnico, implantação) compreendam este fluxo para evitar expectativas erradas sobre retornos imediatos de pagamento.

Informações Importantes

  • Função da API Local Smart POS: permitir que automações comerciais e sistemas Desktop controlem operações TEF localmente via chamadas HTTP ao Smart POS. 
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  • Fluxo padrão:
    • Criar operação: HTTP POST /api/v1/operacao.
    • Ver retorno inicial com executada (geralmente false).
    • Fazer polling: HTTP GET /api/v1/operacao até executada = true.
    • Somente então usar os dados finais da operação. 
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  • Campo crítico:
    • executada: indica se a operação foi concluída.
    • Somente quando executada = true os dados da transação estão completos e prontos para uso. 
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  • Responsabilidade do sistema integrador:
    • Implementar criação de operação.
    • Guardar identificadores.
    • Realizar consultas periódicas.
    • Tratar o status final para decidir sobre aprovação, rejeição ou erros. 
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  • Benefícios de seguir corretamente o procedimento:
    • Integração mais estável com o POS local.
    • Operações TEF bem controladas, com clareza de quando estão em andamento ou concluídas.
    • Menos erros por interpretar prematuramente uma operação ainda não finalizada. 
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  • Recomendações gerais:
    • Use este guia como base na sua documentação interna para padronizar entendimento.
    • Ao implementar, avance para os tópicos técnicos específicos da documentação (Criar operação, Consultar operação).
    • Defina políticas de polling (intervalos de consulta) compatíveis com performance e experiência do usuário.

Este texto está pronto para ser copiado em um documento Word. Basta aplicar o padrão visual da sua base de conhecimento: título com fonte 34, demais cabeçalhos (Resumo, Vídeo, Detalhamento, Informações Importantes) com fonte 18, e o corpo em fonte menor, mantendo os pontos críticos em negrito.

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