Resumo do que será ensinado
Este documento explica como funciona o processo de atualização automática de PDVs via ERP, utilizando o recurso de versão específica por PDV/empresa e bloqueio de atualização, bem como o uso das rotas de API relacionadas (ping autenticado, ping sem autenticação e consulta direta à tabela de versão). O objetivo é que qualquer responsável técnico de PDV consiga configurar e consumir corretamente essas rotas para controlar versões de forma segura e centralizada.
Segue um Vídeo explicativo do processo
Detalhamento do uso correto
Com este guia, você deve ser capaz de utilizar o recurso de versão por PDV no ERP, configurando regras por empresa, bloqueando atualizações quando necessário e consumindo as rotas de API adequadas (com ou sem autenticação). Siga cada passo cuidadosamente e aproveite as funcionalidades do sistema!
Segue o detalhamento de como utilizar a atualização automática de PDVs via ERP
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Entendendo o conceito de versão por PDV no ERP.
- O ERP disponibiliza uma rota utilizada pelos PDVs para informar seu estado atual e, em resposta, receber qual versão devem utilizar.
- Os PDVs (incluindo PDVs legados) já possuem a prática de consumir uma rota de ping, informando dados básicos do terminal.
- Ao receber a chamada dessa rota, o ERP:
- Identifica o PDV e o módulo correspondente.
- Calcula qual é a versão “resolvida” que aquele PDV deve utilizar (considerando regras globais e específicas por empresa).
- Retorna para o PDV:
- Versão definida para aquele PDV (por exemplo, 13.1 ou 14.0).
- Link de download da versão indicada (URL para obter o instalador/atualizador).
- Ponto de atenção: o PDV deve sempre utilizar essa rota de ping para saber qual versão usar antes de iniciar qualquer processo de atualização.
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Fluxo padrão de consulta de versão e atualização do PDV.
- Ação do PDV – Chamada da rota de ping:
- O PDV chama a rota de ping para informar:
- Serial atual do PDV.
- Versão atualmente instalada no PDV.
- Demais informações técnicas necessárias (modelo, nome, etc. – detalhadas mais abaixo).
- Resposta do ERP:
- O ERP analisa as regras de versão e retorna:
- O módulo do PDV.
- A versão que o PDV deve utilizar (versão oficial ou específica) – por exemplo, 13.1.
- A URL de download do pacote de atualização correspondente àquela versão.
- Processo de atualização no PDV:
- O PDV recebe a versão e o link de download.
- Inicia o processo de download e instalação da nova versão.
- Após concluir a atualização, o PDV:
- Volta a chamar a rota de ping informando sua nova versão instalada (por exemplo, 14.0).
- Atualização do painel no ERP:
- Ao receber o novo ping com a versão atualizada:
- O ERP passa a exibir esse PDV na nova versão em seus relatórios/consultas (por exemplo, PDV na versão 14.0).
- Ponto de atenção: o retorno da versão correta depende das regras configuradas por empresa e da versão padrão global do ERP.
- Ação do PDV – Chamada da rota de ping:
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Configurando regra de versão específica por empresa.
- O ERP permite definir uma versão específica para uma determinada empresa, diferente da versão global.
- Exemplo de uso:
- Versão oficial global: 13.1.
- Desejo que uma empresa específica receba a versão 14.0 (por exemplo, versão beta ou teste).
- Passos para configurar a regra no ERP:
- Acesse o módulo de configuração de versão no ERP.
- Selecione a empresa desejada (pela identificação cadastrada no ERP).
- Defina que, para esta empresa:
- A versão a ser entregue será, por exemplo, 14.0.
- Configure a URL de download correspondente à versão 14.0 (pode ser uma URL diferente da versão oficial).
- Aplique a regra para essa empresa.
- Comportamento após configurar:
- Na próxima chamada de ping realizada pelo PDV dessa empresa:
- Em vez de receber a versão padrão 13.1, o ERP retornará:
- Versão 14.0 como versão resolvida.
- Link de download da versão 14.0.
- O PDV seguirá para o processo de atualização, instalará a versão 14.0 e informará essa versão no próximo ping.
- Retorno à versão padrão:
- Caso você remova a regra específica da empresa:
- Na próxima consulta de versão (ping), o PDV voltará a receber a versão padrão global (por exemplo, 13.1).
- O PDV poderá atualizar novamente para essa versão padrão, comunicar no ping e ser exibido como estando na versão padrão.
- Pontos de atenção:
- Use regras específicas para testes controlados, versões beta ou correções temporárias em uma empresa.
- Lembre-se de excluir a regra quando quiser que a empresa volte a receber a versão oficial global.
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Entendendo o bloqueio de atualização por empresa.
- Além de versões específicas, o ERP permite bloquear a atualização de uma empresa, mantendo-a sempre em uma determinada versão, mesmo que versões novas sejam lançadas.
- Objetivo do bloqueio:
- Garantir que uma empresa não seja atualizada automaticamente, por motivos como:
- Ambiente crítico.
- Dependência de integrações não compatíveis com novas versões.
- Período de testes ou homologação interna.
- Passos para configurar bloqueio de atualização:
- Acesse a tela de configuração de bloqueio de atualização no ERP.
- Selecione a empresa que deseja bloquear.
- Informe o CNPJ desta empresa (ou identificador equivalente).
- Marque a empresa como bloqueada para atualização.
- Comportamento após o bloqueio:
- Ao consultar a versão para essa empresa, o ERP continuará retornando a versão atual da empresa (por exemplo, 13.1).
- O sistema registra que essa empresa está bloqueada, e:
- Mesmo que seja lançada uma nova versão global (por exemplo, 13.2),
- Essa empresa continuará recebendo a versão 13.1.
- As demais empresas (não bloqueadas) passarão a receber a nova versão global 13.2 normalmente.
- Pontos de atenção:
- O bloqueio afeta somente a empresa configurada, sem alterar o fluxo das demais.
- Utilize o bloqueio quando quiser impedir qualquer atualização automática, garantindo estabilidade naquele ambiente.
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O que mudou para o PDV: novos campos “modelo” e “nome”.
- A rota de ping já existia e era utilizada pelos PDVs, porém foram adicionados dois novos campos: modelo e nome.
- Campo “modelo”:
- Pode representar, por exemplo:
- O sistema operacional utilizado no computador do PDV.
- A versão da maquininha (terminal físico).
- Utilidade:
- Ajuda o ERP e a equipe técnica a identificar o ambiente do PDV, especialmente em ações como atualização em massa ou análise de compatibilidade.
- Campo “nome”:
- Pode ser o nome do computador ou identificação amigável do PDV.
- Facilita o reconhecimento do equipamento em relatórios ou telas de monitoramento.
- Impacto para PDVs já integrados:
- Como a rota já era utilizada, a adaptação é simples:
- Basta adicionar esses dois novos campos (modelo e nome) nas chamadas já existentes.
- Ponto de atenção:
- Certifique-se de enviar valores significativos nesses campos, para que o ERP possa utilizar essas informações em diagnósticos e ações de suporte.
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Ping sem autenticação para PDVs não integrados ao ERP.
- Foi adicionada a possibilidade de chamar a rota de ping sem autenticação, voltada para PDVs que ainda não utilizam autenticação com o ERP.
- Diferença em relação ao ping autenticado:
- No ping autenticado, normalmente são informados API Key ou Authorization (token).
- No ping sem autenticação, esses campos não são enviados.
- Campos obrigatórios no ping sem autenticação:
- Em vez de API Key/Authorization, o ERP precisa saber a empresa responsável pelo PDV.
- Por isso, é necessário informar:
- CPF ou CNPJ da empresa.
- Número do PDV na loja (identificação do terminal – campo opcional).
- Detalhamento dos campos:
- CPF/CNPJ da empresa:
- Permite ao ERP rastrear a qual empresa o PDV pertence.
- É essencial para associar o PDV às regras de versão e bloqueio configuradas para aquela empresa.
- Número do PDV (opcional):
- Identifica o PDV dentro da loja.
- Caso não exista ou não seja necessário, pode ser omitido.
- Demais informações enviadas:
- Todos os outros campos enviados no ping autenticado (serial, versão atual, modelo, nome etc.) continuam sendo enviados também no ping sem autenticação.
- Resumo de uso:
- PDVs autenticados: enviam API Key/Authorization para identificar a empresa e o PDV.
- PDVs não autenticados: enviam CPF/CNPJ e, opcionalmente, o número do PDV, para que o ERP possa rastrear a empresa e aplicar as regras de versão/bloqueio.
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Consulta direta à tabela de versão de PDV (rota de versão).
- Além da rota de ping, existe uma rota que consulta diretamente a tabela de versão de PDV no ERP, retornando qual é a versão atual disponível para aquele PDV.
- Esta rota é utilizada, por exemplo, pelo PDV de determinados parceiros (como o PDV “do Joe”, citado no vídeo).
- Comportamento dessa rota:
- A rota consulta o registro de versão associado ao PDV.
- Retorna a versão mais recente disponível conforme as regras aplicadas (global, por empresa, bloqueios etc.).
- Atualizações na rota de versão:
- Essa rota passou a receber os mesmos parâmetros que a rota de ping.
- Para quem já chamava a rota no formato PDV/versão/…, agora pode enviar os mesmos parâmetros utilizados no ping (incluindo modelo, nome, CNPJ/CPF quando não autenticado, etc.).
- A lógica de resolução será a mesma da rota de ping.
- Ponto de atenção:
- As três rotas (ping autenticado, ping sem autenticação e consulta direta à versão) passam a funcionar de forma equivalente na resolução de versão, com apenas diferenças no perfil de autenticação e forma de identificação da empresa/PDV.
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Uso das três rotas de forma integrada.
- O ERP oferece, portanto, três mecanismos principais para o PDV consultar a versão:
- Rota de ping autenticado:
- Envia API Key/Authorization.
- Utiliza a autenticação para identificar empresa e PDV.
- Rota de ping sem autenticação:
- Não utiliza API Key/Authorization.
- Identifica a empresa por CPF/CNPJ e, opcionalmente, o número do PDV.
- Rota de consulta direta à versão (tabela de versão):
- Vai diretamente na tabela de versão de PDV.
- Recebe hoje os mesmos parâmetros que o ping, e resolve a versão da mesma forma.
- Perfil de uso (O PFL diferente):
- Cada rota pode ter um perfil de uso diferente (por tipo de integração, segurança, legado, etc.), porém:
- Todas acabam por resolver a versão de maneira consistente, considerando regras globais, específicas por empresa e bloqueios.
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Documentação complementar disponível no ERP.
- Para auxiliar equipes de desenvolvimento e suporte dos PDVs, foi criada uma documentação oficial disponível via link dentro do ERP.
- Essa documentação inclui:
- Explicação detalhada de como funciona o mecanismo de versão por PDV.
- Diferença entre as três rotas (ping autenticado, ping sem autenticação, rota de versão).
- Como chamar cada rota, com exemplos práticos.
- Lista de informações obrigatórias e opcionais em cada requisição.
- Modelos de chamada via HTTP/API e orientações sobre parâmetros.
- Ponto de atenção:
- Consulte sempre esta documentação para obter o formato exato dos requests, headers e estruturas de dados esperadas, evitando erros de integração.
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Integração via MQTT para notificações de novas versões.
- Além das rotas HTTP de consulta, o ERP fornece um padrão de integração via MQTT, semelhante ao que é utilizado pela interface do sistema.
- Funcionamento básico:
- O PDV faz uma conexão via MQTT seguindo o padrão definido na documentação.
- Recebe uma URL com tempo limite (time-limited URL), que será utilizada para receber notificações de nova versão.
- Sempre que uma nova versão for publicada no ERP:
- Os PDVs que estiverem assinados no canal/URL receberão uma notificação informando que existe nova versão disponível.
- Vantagens:
- Permite que PDVs sejam notificados em tempo real sobre novas versões, sem precisar consultar a rota de ping de forma contínua.
- Auxilia em estratégias de atualização em massa, reduzindo tráfego desnecessário e tempo de resposta.
- Ponto de atenção:
- O padrão de conexão MQTT (broker, tópicos, payloads, autenticação, etc.) está descrito na documentação do ERP e deve ser seguido rigorosamente para garantir o recebimento das notificações.
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Orientações práticas para implementação no PDV.
- Ao implementar ou ajustar a integração do PDV:
- Sempre envie a versão atual instalada do PDV nas chamadas de ping.
- Adicione os campos modelo e nome, conforme indicado, para melhor rastreio e suporte.
- Se o PDV estiver autenticado:
- Utilize API Key/Authorization nas requisições.
- Se o PDV não estiver autenticado:
- Informe corretamente o CPF/CNPJ da empresa e, se possível, o número do PDV.
- Ao trabalhar com empresas específicas:
- Verifique se há alguma regra de versão específica configurada para a empresa.
- Confirme se a empresa não está em estado de bloqueio de atualização, o que impediria o recebimento de novas versões.
- Ao planejar atualizações em massa:
- Utilize os campos modelo e nome para selecionar grupos de PDVs por sistema operacional, tipo de maquininha ou identificação de estação.
- Considere o uso do MQTT para disparar notificações coordenadas de nova versão e, assim, iniciar processos de atualização simultâneos.
- Ao implementar ou ajustar a integração do PDV:
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Boas práticas e possíveis variações de uso.
- Variações de versão:
- As regras podem apontar para:
- Versões novas/oficiais.
- Versões beta (para testes).
- Versões retroativas (voltar temporariamente a uma versão anterior).
- Gestão de risco:
- Utilize o bloqueio de atualização em empresas com operações críticas, onde qualquer mudança precisa ser planejada.
- Use versões específicas para pilotos controlados, antes de liberar uma nova versão para todo o parque de PDVs.
- Monitoramento:
- Após alterações de regras de versão ou bloqueio, monitore os pings recebidos e versões instaladas reportadas pelos PDVs, garantindo que o comportamento esteja conforme o planejado.
- Variações de versão:
Informações Importantes
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Resumo das principais orientações.
- Sempre use a rota de ping (autenticada ou não) para o PDV descobrir qual versão deve instalar.
- Configure regras específicas por empresa quando precisar diferenciar a versão recebida por determinados clientes.
- Utilize o bloqueio de atualização para impedir que uma empresa receba versões novas automaticamente.
- Adicione e mantenha atualizados os campos modelo e nome nas chamadas do PDV.
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Dicas de uso.
- Antes de uma grande atualização, planeje:
- Quais empresas receberão a nova versão imediatamente.
- Quais permanecerão bloqueadas.
- Quais utilizarão versão específica (beta ou retroativa).
- Use a integração via MQTT para notificar PDVs sobre novas versões e reduzir consultas repetitivas à API.
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Recomendações gerais sobre o processo.
- Documente internamente quais regras estão ativas por empresa e qual o motivo de cada configuração.
- Mantenha as URLs de download sempre acessíveis e compatíveis com o ambiente dos PDVs (sistema operacional, tipo de terminal, etc.).
- Em caso de dúvida sobre parâmetros, obrigatoriedade de campos ou formatos de chamada, consulte a documentação oficial disponível no ERP.
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Benefícios de seguir corretamente o procedimento.
- Maior controle sobre qual versão cada empresa/PDV utiliza.
- Redução de problemas de compatibilidade, pois é possível bloquear ou direcionar versões conforme necessidade.
- Facilidade para realizar atualizações em massa e acompanhar a adoção de novas versões.
- Melhora na estabilidade operacional do parque de PDVs, com menor risco de atualizações indevidas ou mal planejadas.